26 de set de 2011

Piada pronta

Acabo de voltar do Pantanal numa viagem delicinha com a família. A caminho do hotel fazenda você já começa a ver os bichos que povoam todos os programas Globo Repórter que já assistiu na vida. Está todo mundo lá mesmo: ararinha azul, tamanduá bandeira, tuiuiu, juma marruá. De repente, a motorista do jipe chama nossa atenção: estão vendo aquelas emas? Elas estão cheias de filhotinhos. Aliás, elas não. Quem cuida dos filhotes são os machos. As emas põem os ovos e cabe ao macho protegê-los, fazer eles chocarem, os filhotes nascerem e crescerem.
Mr. Emo é pai solteiro e responsável pelos filhotes até eles serem praticamente adultos. Detalhe: várias emas diferentes podem entregar seus ovos para um único macho.
Claro que não foi, mas bem que poderia ter sido deste fato, a origem da expressão “Ema, ema, ema, cada um com os seus problemas”.

11 de set de 2011

Procura-se

Na Augusta, perto da Galeria Ouro Fino, tinha um mendigo que vivia debaixo do toldo de uma loja. Ele e seus 2 cachorros vira-lata. Todo mundo que frequenta a região já deve ter visto o dito cujo deitado no chão, usando a barriga de um dos cães como travesseiro e lendo jornal. Todas as pessoas que trabalham nas redondezas lembram dele, que vinha pedir esmola e comida, de loja em loja, diariamente.
Ele desapareceu. E parece que sumiu das ruas porque a gerente da loja em cujo toldo ele vivia se apaixonou por ele, tirou ele da rua, deu banhinho e tosa. Nele e nos 2 cães. Reza a lenda que ele foi visto, irreconhecível, contando para todo mundo que a vida das ruas acabou. Bem apessoado, até. E do jeito que lia jornal, não deve ser um cara mal informado.
Se alguém tiver alguma informação do paradeiro, por favor, entre em contato ou deixe um comentário. Não o paradeiro do mendigo, que esse eu acabei de te contar. Quero saber onde foi parar o critério da mulherada, isso sim. A coisa não pode estar tão árida a ponto de alguém precisar ver potencial e adotar mendigo, né? Os politicamente corretos que me perdoem, mas o critério foi pra casa do chapéu. Acho preocupante.

PS: Tks, Fá!